sexta-feira, 11 de setembro de 2015

GOLPE OU CONTRAGOLPE II

Joilson Gouveia*

Ao que se pode depreender e se deve inferir, do assestado, insinuado e alegado pelo autor “Peninha”, por quem nutro especial apreço, respeito e admiração ao seu saber literário, poético, artístico e cultural, sobretudo à coragem cívica, ética e moral ao lidar com determinados assuntos da política caeté, mas, in caso e sobre o affair, que se nos antolha equivocado e deixar a desejar sobre os conhecimentos históricos contemporâneos ou recentes, ouso divergir, discordar, contestar e objurgar ao nobre e dileto amigo, pois jamais tivemos "anos-de-chumbo" ou nenhuma "ditadura sanguinária militar" e muito menos GOLPE MILITAR; não! Não mesmo!
E o digo, repito e reitero o não, negando, objurgando e contestando com a vibração veemente da hialina verdade histórica dos fatos reais retratados! Tivemos, em verdade, de fato e na realidade, um CONTRAGOLPE ao iminente golpe esquerdista-socialista-comunista da maldita e odiosa ditadura do proletariado – que todos eles, que intentaram o golpe, admitiram e, desbragadamente, confessaram (o Youtube, Google e rede mundial de computadores da Internet está repleto de seus cínicos e oprobriosos depoimentos e declarações), inclusive muitos que jamais foram exilados, banidos, desterrados ou extraditados, pois nunca houve nenhuma pena nesse sentido, mas meros fujões, evadidos, covardes, que retornaram, após a anistia ampla, geral e irrestrita, viraram políticos e até presidentes; de comum entre os mesmos: foram presos no regime democrático militar e nas operações mensalão e PTrolão ou lava-jato -, chegaram ao Poder e lá estão e sequer soergueram os tapetes ou vasculharam, chafurdaram, fuçaram e limparam ou passaram alimpo os “porões-da-ditadura”, a Comissão Nacional da Verdade nada provou nem apurou sobre os fatos históricos e dos “justiçados” pela amistosa solidariedade fraterna dos companheiros e dos “camaradas vermelhos” aos que desistiram ou se acovardaram; eis a verdade!
O Brasil e os brasileiros e as brasileiras fomos salvos da cruel, atroz, bárbara, sanguinária e assassina ditadura comunista vermelha e odiosa implantada em Cuba, por exemplo. Adoram a democracia e AMAM à Cubana, um “exemplo de democracia; não?
Amigo “Peninha”, quantos foram mortos pelos camaradas – leia-se: justiçados pelo fogo-amigo? –, e quantos pelo Regime Constitucional Democrático Militar, que deveria durar até à realização das eleições normais, no máximo de 180 dias, que os subversivos não deram tréguas com atentados, guerras de guerrilhas, atentados, sabotagens, assaltos, roubos a bancos e residências de autoridades, assassinatos e até invasões de quartéis e sequestros de embaixadores e cônsules ou diplomatas; ou não? De que serviu a caolha, míope, estrábica e zarolha comissão nacional da verdade (CNV) que nada viu nos porões e nos tapetes da tal indigitada “ditadura”?
Aos seus leitores e “comentaristas”, insto-os visitarem ao osso Blog, a saber:      
Enfim, os subversivos “anistiados” fundaram um partido, em 1979, que se dizia dos trabalhadores e que deixou as páginas sociais e políticas dos cadernos, revistas e jornais, para ocuparem aos cadernos policiais; virou uma quadrilha? Os ditos “anistiados” puseram em prática os “doutos ensinamentos” de Antonio Gramsci, chegaram lá e estão há treze longos anos... todos estamos vendo seus resultados!
Já os cinco honrados militares “ditadores” morreram todos com o patrimônio muito aquém dos 10% de alguns ditos e malditos ditos ex-presidentes “honestos, honrados, éticos e democráticos” eleitos por URNAS SMARTMATIC venezuelanas, cujo contador de votos decidiu retribuir à graçola da sinecura ascensão e generosa benesse recebida anteriormente; ou não? – Stalin: “Quem vota não decide nada. Quem conta os votos decide tudo”!
Abr
*JG

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