quinta-feira, 14 de junho de 2018

NO LIVRE MERCADO, O SOBERANO É O CONSUMIDOR, NÃO O ESTADO: “O CONSUMIDOR SOBERANO”*

Joilson Gouveia*


I. Proêmio – Antes de adentrar ao tema dissecado, esposado e exposto pelo grandiloquente literato “Peninha” sobre a indigitada, odiosa, odiada e liberada “privatização de empresas estatais”, por decisão judicial, de verdadeiros armários e não só cabides de empregos de apaniguados e militantes arraigados nessas tais “empresas”.
Entrementes, ao ensejo, malgrado suas elevadas convicções (“éticas e políticas”), uma vez expostas, editadas e publicadas, sujeitam-nas às polêmicas, contrariedades, discordâncias, diatribes dialéticas diretas, indiretas, claras e, no mais da vez, escusas, ocultas e anônimas, o que não é o meu caso e, aqui, faço minhas as palavras abaixo, do mestre Olavo de Carvalho, a ver:
“Também declaro peremptoriamente que não tenho a menor ilusão de influenciar no que quer que seja o curso das coisas, que vai para onde bem entende e jamais me consulta (no que aliás faz muito bem). Meu propósito não é mudar o rumo da História, mas atestar que nem todos estavam dormindo enquanto a História mudava seu rumo”. Aliás, “nem pretendo mudar a opinião de quem goste da sua”.
Urge destacar que, segundo John Stuart Mill, “a crítica é a mais baixa faculdade da inteligência”. Bem por isso, preferi começar por baixo, ao expor as minhas, sempre fundado no escólio de doutos mestres “conservadores”.
II- O “homem comumdesproletarizado - Isto posto e posto isto, urge trazer à colação alguns excertos do texto enunciado no título deste: “O consumidor soberano”, de Ludwig von Mises, in “A mentalidade anticapitalista”, p.29/30:
·         A característica essencial do capitalismo moderno é a produção em massa de mercadorias destinada ao consumo pelo povo. O resultado é a tendência para uma contínua melhoria no padrão médio de vida e o enriquecimento progressivo de muitos. O capitalismo desproletariza o ‘homem comum’ e o eleva à posição de ‘burguês’.
·         No mercado de uma sociedade capitalista, o homem comum é o consumidor soberano, aquele que, ao comprar ou ao se abster de comprar, determina em última análise o que deve ser produzido e em que quantidade.
·         As lojas e fábricas que suprem exclusiva ou predominantemente os pedidos dos cidadãos mais abastados em relação aos artigos de luxos exercem um papel secundário no cenário econômico do mercado. Elas nunca atingem a dimensão da grande empresa. As grandes empresas servem sempre – direta ou indiretamente – às massas”.
·         É esta ascensão das multidões que caracteriza a radical mudança social efetuada pela <<Revolução Industrial>>. Os desfavorecidos que em todas as épocas precedentes da história formavam bandos de escravos e servos, de indigentes e pedintes, transformaram-se no público comprador por cuja preferência os homens de negócios lutam. Tornaram-se clientes que estão <sempre com a razão>, os patrões têm o poder de tornar ricos os fornecedores pobres, e pobres os fornecedores ricos.
E, nos leciona, ainda mais, o mestre Mises:
·         Na estrutura de uma economia de mercado não sabotada pelas panaceias dos governos e dos políticos, não existem grandes nem nobres mantendo a ralé submissa, coletando tributos e impostos, banqueteando-se suntuosamente enquanto servos devem contentar-se com as migalhas.
- A lembrar da Lei Rouanet, que sustenta os “talentosos” artistas, atores e atrizes ou celebridades e daquele tal programa social do “Bolsa-família”: curral famélico eleitoral! Voltando ao Mises:
O Sistema de lucro torna prósperos aqueles que foram bem-sucedidos em atender as necessidades das pessoas, da maneira melhor e mais barata possível. A riqueza somente pode ser conseguida pelo atendimento ao consumidor. Os capitalistas perdem suas reservas monetárias se deixarem de investir no tipo de produção que melhor satisfaz as solicitações do público. No plesbicito diário e contínuo no qual cada centavo dá direito a um voto, os consumidores determinam quem deve possuir e fazer funcionar as fábricas, lojas e fazendas. O controle dos meios materiais de produção é uma função social, sujeita a confirmação ou a revogação pelos consumidores soberanos.
O conceito moderno de liberdade é isto. Todo adulto é livre para moldar sua vida de acordo com seus próprios planos, não é forçado a viver de acordo com o projeto de uma autoridade planejadora que impões seu único esquema através da polícia, isto é, o aparato social de compulsão e coação. (...) É óbvio que o critério do homem para moldar seu destino jamais poderá ultrapassar os limites estabelecidos pelas chamadas leis da natureza.
III – Epílogo. Ultimando este, ainda com fundamento nos excertos de Mises:
Estabelecer esses fatos não equivale a uma justificativa da liberdade do indivíduo em relação a padrões absolutos ou noções metafísicas. Não expressa qualquer julgamento quanto às doutrinas em voga pelos defensores do totalitarismo, seja ‘direita” ou de ‘esquerda’. Não tem nada a ver com as afirmações de que as massas são muito estúpidas e ignorantes para identificar o que melhor atende as suas verdadeiras necessidades e interesses, e de que necessitam muito de um protetor, o governo, a fim de não se prejudicarem a si próprios. Tampouco procura discernir se há super-homens disponíveis para exercer tal proteção.
Sob o capitalismo, o homem comum desfruta de vantagens que, em épocas passadas, eram desconhecidas e portanto inacessíveis até mesmo aos mais ricos. Mas, com certeza, automóveis, televisões e geladeiras não fazem o homem feliz. No momento em que os adquire, ele pode sentir-se mais feliz do que antes. Porém, à medida que alguns desejos são satisfeitos, surgem novos. Assim é natureza”. (Sic.) in loco citato! – Sem destaques no original.
Enfim, esperando edição do breve texto acima transcrito, para enriquecimento do debate dialético democrático e científico e ciência de todo cidadão e cidadã, ainda que como contraponto à maioria dos comentários contrários às privatizações.
A principal característica do homem é de ele nunca desistir de aumentar seu bem-estar através de atividades intencionais”. – Ludwig von Mises. O bem que o Estado pode fazer é limitado; o mal, infinito. O que ele nos pode dar é sempre menos do que nos pode tirar”. Roberto Campos 😉
Enfim, quanto MAIOR o Estado… 😀
Abr
*JG

quarta-feira, 13 de junho de 2018

MAIS DE DOIS QUINTOS DO INFERNO JÁ NÃO SE LHES BASTAM



Joilson Gouveia*


Uma contribuição proficiente, profícua, efetiva, maior, melhor e segura, para a nossa “democracia tabajara”, seria o digno cidadão e cidadã de bem, consciente, decente, honesto, honrado e trabalhador OPTAR na sua pugnacidade pelo VOTO IMPRESSO (como determina a LEI) ou pela material, concreta e física CÉDULA ELEITORAL, haja vista dispor de mais de três meses para apuração, computação, totalização e constatação ou contestação pública, ostensiva, clara e transparente do resultado sufragado no pleito eleitoral - já que o STF alegou INCONSTITUCIONALIDADE do voto impresso, nessas "seguras, invioláveis, invulneráveis e imaculadas urnas digitais-eletrônicas, da venezuelana Smartmatic, de George Soros", cujas são válidas e usadas apenas nas “democracias cubana, venezuelana e tabajara”-, essa seria a mais eficaz, melhor e maior contribuição do cidadão/eleitor!
A lembrar que há os Fundos Eleitoral e Partidário, nos quais o “Governo” investe o que arrecada do cidadão-contribuinte [pagador-de-impostos, tributos, taxas, contribuições e serviços] e do “poço sem fundo”, da aviltada, espoliada e achacada Petrobrás [“(...) que não é uma caixa-preta... é branca e transparente... mas nem tanto assim (...)”], a ver:
"A empresa já chegou a investir R$ 232 milhões, em 2006, e era disparado o maior investidor da Rouanet. Hoje, a Petrobras é apenas a quinta entre as estatais na Rouanet. Também pedi para a Ancine os dados sobre investimento em cinema, via Lei do Audiovisual". (Sic.) In http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/patrocinio-cultural-respostas-ao-globo.htm
Na minirreforma eleitoral aprovada pelo Congresso neste ano, os parlamentares criaram um fundo com recursos públicos para financiar as campanhas eleitorais. Pela divisão desses recursos, que já vale na próxima eleição, cada voto para deputado federal vai valer R$ 17,63, determinando quanto cada partido vai receber. Como o total de deputados federais de cada partido tem grande peso na divisão dos R$ 1,716 bilhão do fundo, também já é possível estimar quando vale um deputado eleito: R$ 2,7 milhões a seu partido, em dinheiro do Orçamento da União.
R$ 1,71 bilhão é a quantia em dinheiro destinado ao fundo eleitoral em 2018. A quantidade que os dez maiores partidos receberão é discrepante em relação aos demais. Veja como esse dinheiro será dividido: Ver quadro abaixo ao final do texto. – Na íntegra in http://gouveiacel.blogspot.com/2018/05/direitos-de-locomocao-reivindicacao.html
Com efeito, nada obsta que o eleitor filiado, militante ou simpático DOE sua contribuição, nos limites estipulados na LEI, conforme sua ideologia, ideia ou ideal, mas os recursos provenientes da arrecadação dos extorsivos, escorchantes e aviltantes impostos e da exorbitante, excessiva e excedente carga tributária acima de “dois-quintos-do-inferno”, aí já é demais. A saber:
O governo é necessário apenas para fazer valer essas regras abstratas e, por meio delas, proteger o indivíduo contra a coerção, ou a invasão da sua esfera de liberdade, por outros. Enquanto a obediência imposta a fins concretos comuns é equivalente à escravidão, a obediência a regras abstratas comuns (por mais opressivas que ainda assim pareçam) fornece o campo para a mais extraordinária liberdade e diversidade”. In “OS ERROS FATAIS DO SOCIALISMO”. P.88, Friedrich A. von Hayek. – Na íntegra in http://gouveiacel.blogspot.com/2018/06/leis-soberanas-ninguem-delas-reclama.html
Encerro como antes tenho encerrado! Aliás, sobre os tais “quintos dos infernos” e “reformas e mais reformas”, insto aos leitores acessarem aqui, a saber:
Enfim, em nossas plagas, como sói acontecido, além errarmos mais de duzentas vezes, ainda anelam reeleger declarados “fichas-sujas”, condenados e réus de vasta folha-corrida criminal e processual pelos mesmos idiotas de que trata Nelson Rodrigues:A maior desgraça da democracia, é que ela traz à tona a força numérica dos idiotas, que são a maioria da humanidade”.
Abr
*JG









terça-feira, 12 de junho de 2018

LEIS SOBERANAS NINGUÉM DELAS RECLAMA

Joilson Gouveia*


Tratando-se de leis soberanas todos respeitarão e ninguém será contra; claro!
Eis, pois, abaixo transcritos, alguns excertos do escólio do grande pensador e filósofo Aristóteles, sobre “Política”, que bem definem, explicam e caem como luvas à atual conjuntura caetés, onde o suserano descumpre leis e constituições – DESCUMPRE PRECEITOS FUNDAMENTAIS, que enseja o devido processo de impedimento ou Impeachment -, mormente sua palavra empenhada quanto aos compromissos, juras e promessas assumidos, antes de alçar ao Poder, a saber:
Há quem acredite que, embora o despotismo seja a pior das injustiças, o simples exercício de um governo constitucional sobre os cidadãos, ainda que justo, é um grande impedimento para o bem-estar do indivíduo. Outros têm a visão oposta; eles acreditam que a verdadeira vida do homem é a vida prática e política, e que todas as virtudes podem ser praticadas tão bem pelos políticos e governantes quanto pelos indivíduos. Há também aqueles que são da opinião que um governo arbitrário e tirânico é a única forma de se alcançar a felicidade; de fato, em algumas Cidades o objetivo de todas as leis e da constituição é dar a alguns homens o poder despótico sobre seus vizinhos”. (...)
E em todas as nações que são capazes de gratificar as suas próprias ambições militares, o poder militar é muito estimado, por exemplos, entre os citas, os persas, os trácios e os celtas”. (...)
Como pode a atividade de um estadista ou legislador resumir-se em uma prática que prescinde de legalidade? É certo que governar sem levar a justiça em consideração é um ato ilegalidade, pois se apela ao poder esquecendo-se do direito”. (Sic.) - Sem grifos no original – [Aristóteles, in Política, p. 236/237]
Urge relembrar que as Cidades eram Estados, nesses idos áureos e virtuosos tempos! Há mais, ainda, senão vejamos! - Na íntegra in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2018/04/o-discernimento-e-muito-mais-que-bom.html
Entrementes, o “influenciador” parece insinuar ou tenta esquecer o seguinte:
·      Quando as leis não são soberanas, então surgem os demagogos, pois o povo torna-se uma espécie de rei múltiplo, uma espécie de unidade composta por muitos cidadãos; a maioria tem o poder em suas mãos, não como indivíduos, mas coletivamente”.
A retórica demagógica divide-nos, “e divisão é uma fonte de fraqueza” – Aristóteles: é aquela litania de “nós contra eLLes”! - “Ricos versus pobres”; “brancos & pretos”; “gordos x magros”; “altos x baixos”; “sindicalizados contra os sem-sindicatos etc. e tal”. Complementando com o escólio lapidar de Friedrich A. von Hayek:
“Esta suposição aparece na perspectiva atribuída a Voltaire de que ‘quand je peux faire ce que je veux, voilá la liberté’: quando posso fazer o que quero, eis a liberdade, na declaração de Bentham de que ‘toda lei é má, pois toda lei é uma infração à liberdade’ (1789/1887), na definição de Bertrand Russel de liberdade como a ‘ausência de obstáculo para a realização dos nossos desejos’ (1940:251) e em incontáveis outras fontes. A liberdade geral neste sentido é impossível, pois a liberdade de cada um submergiria pela liberdade ilimitada, ou seja, a falta de limites, de todos os outros.
A questão, pois, é como garantir a maior liberdade possível a todos. Isto pode ser feito restringindo uniformemente a liberdade de todos por meios de regras abstratas que evitem a coerção arbitrária ou discriminatória de ou por outras pessoas e impedem cada um de invadir a esfera de liberdade de qualquer outro (ver Hayek 1960 e 1973, e capítulo 2). Em suma, fins concretos comuns são substituídos por regras abstratas comuns. O governo é necessário apenas para fazer valer essas regras abstratas e, por meio delas, proteger o indivíduo contra a coerção, ou a invasão da sua esfera de liberdade, por outros. Enquanto a obediência imposta a fins concretos comuns é equivalente à escravidão, a obediência a regras abstratas comuns (por mais opressivas que ainda assim pareçam) fornece o campo para a mais extraordinária liberdade e diversidade”. In “OS ERROS FATAIS DO SOCIALISMO”. P.88, Friedrich A. von Hayek.
Enfim, quando governos não fazem valer essas regras abstratas e, muito pior ainda, descumprem-nas, desdenham-nas, espezinham-nas e olvidam-nas, urge, pois, o seu impedimento imediato; claro! A lembrar: “quando os que mandam (governam) perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito” – Georg C. Lichtenberg.
Abr
*JG



domingo, 10 de junho de 2018

OS ESTUDOS, PESQUISAS E ESTATÍSTICAS RETRATAM OS EFEITOS, ONDE SUAS CAUSAS?

Joilson Gouveia*

I. Preâmbulo - É típico e próprio da verve de useiros e vezeiros escarlates sempre estribados, literalmente, em estudos, pesquisas e estatísticas, que não passam de cenouras-de-burro ou mais para apoio que luz, como já havíamos dito, a ver: http://gouveiacel.blogspot.com/2017/05/estatistica-e-cenoura-de-burro-para.html; para suas sorrateiras, dissimuladas, subliminares e sub-reptícias “verdades”, bem por isso discorrêramos, a ver:
II – Efeitos sem causas. Senão vejamos como noticiam o fato nefasto, nefando e funesto de campeão mundial, em homicídios, assassinatos ou crimes violentos letais intencionais - CVLI [como gostam de falar os escarlates esquerdistas de esquerda e à esquerda mormente aquela turminha da escumalha dos “direitos dos manos”, certos parlamentares e philosophea uspiana Márcia Tiburi: “há uma lógica no assalto” ou “socialização da riqueza” pelos “excluídos sociais e vítimas da Sociedade”, etc.], falam sobre os resultados, registros, efeitos e consequências, mas omitem, denegam e negam suas causas, inclusive que remuneramos presidiários, quando não os indenizamos, a ver:
“(...) Segundo o estudo, que analisa e contabiliza os números consolidados do Ministério da Saúde referentes a 2016 – os únicos oficiais –, pela primeira vez o Brasil, campeão mundial de assassinatos, superou a taxa de 30 mortes intencionais violentas por cada 100 mil habitantes (30,3)”. (Sic.)
Não! Não é a primeira vez, há mais de décadas ou seis lustros que mantém tal “título”, mormente após a debacle redemocratização e, principalmente, após a era dos estatutos: ECA, ED e inócua lei antidrogas, a saber: http://gouveiacel.blogspot.com/2017/04/eureka-o-insoluvel-busilis-tem-solucao.html - Eis, pois, o denunciado em 2014: https://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-tem-maior-numero-absoluto-de-homicidios-do-mundo,1604827
“É a maior taxa de homicídios do planeta.
Este número representa 30 vezes o que é registrado na Europa.
Repetindo: a taxa de assassinatos no Brasil corresponde a 30 vezes a da Europa.
Alguns dados, quando tratados separadamente, revelam mais ainda sobre o resultado dessa tarefa hercúlea de aniquilar várias gerações de jovens negros no país (mais do que um clichê, portanto).
Vejamos:
– A taxa de homens jovens assassinados no Brasil chegou a 122,6 para cada grupo de 100 mil habitantes. Eles representam 94,6% do total de jovens assassinados.
– A população negra registrou taxa de homicídios de 40,2 mortes por 100 mil habitantes.
Brancos, amarelos e indígenas têm um indicador de 16 mortes por 100 habitantes”. (Sic.)
- A dizimação da população negra é causada por “brancos, amarelos e indígenas” ou por seus similares, símiles e semelhantes?
“Em dez anos, foram assassinadas no Brasil 553 mil pessoas.
Estes números dizem muito sobre o que nós somos, os governos que temos, a tolerância coletiva ao genocídio da nossa infância e juventude, a aceitação sem resistência à banalidade do mal. (...)” – Sic. Sem grifos no original in http://blog.tnh1.com.br/ricardomota/2018/06/06/brasil-um-pais-que-mata-e-morre-mais-do-que-nunca/
Onde as causas geradoras desses assassinatos todos? Quem os matou: negros, brancos, indígenas, amarelos ou “coloridos”? Por que seríamos nós (todos nós, a Sociedade) os culpados por esses índices? Por que não registram o recrudescente tráfico de drogas em mais de 150%, desde a parceria aliada com às FARC’s, firmada no famigerado Foro de São Paulo/1990, por desgovernos escarlates?
Aliás, segundo o renomado, brilhante e perlustrado jurista Oscar Vilhena Vieira, entrevistado no Programa Roberto D’Ávila: há mais de “um milhão de mortos/vítimas de assassinato, em trinta anos, no Brasil”; coincidentemente, desde que ascenderam ao Poder todos aqueles que “lutaram pela democracia” e CONTRA a alegada “ditadura-militar”! Noutras palavras, em síntese: contra fatos não há argumentos!
Mas, a despeito de ser (“estatística cenoura de burros”) os seus números demonstram, desnudam e desmentem às supostas imputações, a saber:

  • São 59.103 homicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Número é o maior dos últimos anos” – “É consenso entre a maioria dos especialistas ouvidos pelo G1 que o perfil de quem mata é parecido com o perfil de quem morre. Em geral, apontam, são homens negros de baixa renda, com baixa escolaridade, com até 29 anos, e moradores da periferia – especialmente locais onde o Estado é ausente e não atua com políticas públicas.
  • Os especialistas afirmam ainda que as mortes costumam ter alguma relação com o tráfico de drogas. Para eles, o aumento no número de crimes violentos está ligado ao fortalecimento e às brigas de facções criminosas. As mortes também são facilitadas pela crescente oferta e circulação de armas de fogo, dizem”. – In http://gazetaweb.globo.com/portal/noticia/2018/03/brasil-registra-quase-60-mil-pessoas-assassinadas-em-2017_51546.php – Na íntegra in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2018/03/de-ha-muito-muitos-sao-justicados-por.html
- Essa “crescente facilidade de circulação de armas fogo” somente aos delinquentes juvenis e meliantes adultos tutelados por eLLes, pois aos cidadãos é uma odisseia adquirir e possuir, pois portar nem pensar, a ver: http://gouveiacel.blogspot.com/2017/02/arma-poder-possuir-sem-poder-portar-e.html

III. Epílogo. É cediço, público, notório, consabido e ressabido que, desde os idos de 1989, tentam acabar com as polícias militares do Brasil, quando não unificar ambas: civil e militar; numa única polícia estadual, consoante orientações da ONU (coisas de estados unitários ou totalitários da verve escarlate), inclusive “criaram”, por decreto, a abstrusa, absurda, esdrúxula, anômala, ilegal e inconstitucional Força Nacional de Segurança Pública, cuja sequer é prevista no Capítulo III – Da Segurança Pública, Art. 144 e seguintes, de nossa Carta Cidadã. Aliás, desde há muito que intentam criar o SUSP: http://gouveiacel.blogspot.com/2013/11/uma-policia-que-mata-segundo-o-bob.html, alegando que as briosas são as polícias que mais matam a população.
Enfim, insto aos meus quase cem leitores – ou seriam SEM? -, que acessem e leiam ao seguinte texto: http://gouveiacel.blogspot.com/2017/04/inseguranca-publica-ate-quando-ii.html; destaque-se:

  • Aliás, o título deste é idêntico ao que havíamos discorrido em 2000, a saber: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2011/06/inseguranca-publica-ate-quando.html. Ah! Há lembrar do famigerado Plano Nacional de Segurança Pública, de anunciados 200 milhões de reais e toda uma espetacularização midiática, daquela visitante sazonal coloquial caetés denominada “Regina”, a “dona Filomena” do festejadoPlano Brasil: Alagoas mais segura”: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2012/07/o-avanco-do-plano-de-seguranca-e-os.html; dentre outros a ver no nosso Blog.
  • Entrementes, convém não esquecer jamais que, nesse contenda hercúlea dos órgãos e instituições de ordem e segurança públicas desprovidos de políticas, programas e planos sobre o mister, há uma ignóbil, inexplicável e odiosa excessiva glamorização fanática aos meliantes por parte de uma descomunal senão gigantesca e imensa maioria da mídia nacional e imprensa em geral (http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/03/a-excessiva-glamorizacao-fanatica-aos.html) aliada à omissão, incompetência, leniência, indolência e conivência dos (10) governos federal e estaduais.
  • Além do mais, atuar minimamente com efetivos insípidos, exíguos e reduzidíssimos somente nos efeitos e consequências sem combater, atacar e eliminar ou reduzir e minimizar suas causas, especialmente quanto aos fatores exógenos e endógenos dessa recrudescente, descomunal e descontrolada criminalidade e sua ostensiva violência equivale a malhar-em-ferro-frio, enxugar gelo ou “encher pneus de trens com bombas-de-ar-manuais”, principalmente porque há exíguo, ínfimo e reduzidíssimo senão irrisório e imoral orçamento e verbas públicas para mister Ordem e Segurança Públicas, a saber: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2014/05/gastos-com-seguranca-publica-no-brasil.html haja vista que não se fazem segurança e ordem públicas apenas com vinhetinhas e câmeras de vídeo-monitoramento.
  • Lembram de que, no governo antecedente, vociferaram esbaforidos de que “Alagoas não precisa de mais policiais” quando optaram pela premissa e criação de exércitos de conselheiros e legiões de conselhos comissionados, numa reforma administrativa do tipo CTRL+C mais CTRL+V, que nos custou mais de 5 milhões de reais ou da famigerada oxigenação/renovação de um tal de Rubin?
  • Eh! Peninha, o hoje é reflexo do ontem como o amanhã será resultado do “hoje” e agora, aqui e alhures!
  • Enfim, comparem-se os investimentos em Educação, Cultura e Esportes aos que foram e são destinados à segurança e ordem públicas e verás o porquê da situação desse descontrole da recrudescente violência e criminalidade letais.
  • ·         Eis, pois, olegado da pátria educadora”!
Aqui encerro, com as mesmas palavras de outrora, a saber:
Logo, não basta apenas se vestir branco e se fazer imensas romarias e menos ainda acenderem-se velas com o escopo de minimizar ou combater a violência. Pois, enquanto for assegurada ao cidadão a faculdade de matar seu semelhante e continuar sendo primário e, também, se assegurar o direito de responder ao processo em liberdade, benefícios da Lei Fleury e do Sursis; no tempo em que cada recluso for posto em liberdade após cumprir um terço da pena cominada; enquanto houver o livre comércio de armas (i)legais e drogas lícitas e houver o paulatino, tenaz e sorrateiro tráfico de armas e entorpecentes invadindo nossas fronteiras e minando o nosso País; ao passo que ditas autoridades gozarem de prerrogativas, privilégios, imunidade (entenda-se impunidade) mil mordomias e auferirem gordas gratificações (auxílio moradia, refeição, etc.), gozarem 3 ou 4 meses de férias e recessos, que os tornam mais iguais que os iguais; enquanto houver essa má distribuição de rendas e perversa concentração de riquezas nas mãos de pouquíssimos em detrimento das legiões de miseráveis e de excluídos, a violência irá aumentar mais, mais e mais, a cada dia, a cada mês, a cada ano.- Insegurança pública, até quando?
Maceió, 08 de dezembro de 2000”. (Sic.) – sem destaques no original.

É que, sem castigo, pena e sanção, não há solução:

  • ·     Enfim, onde não há e quando não há CASTIGO ou a certeza de sua aplicação não há arrependimento e, muito menos, nem a consciência ou o remorso de que errou!
  • ·   Presente o antônimo ao adágio: o crime não compensa!
  • · Positivaram-no: CRIME COMPENSA E RECOMPENSA – O ESTADO E OS GOVERNOS GARANTEM! OU NÃO? - http://gouveiacel.blogspot.com/2013/10/presidios-ou-penintenciarias-que.html
Abr
*JG







quinta-feira, 7 de junho de 2018

ELEIÇÃO, EM CÉDULAS DE PAPEL, HÁ MAIS DE TRÊS MESES, PARA APURAÇÃO, COMPUTAÇÃO E TOTALIZAÇÃO

Joilson Gouveia*
Apelando aos caros leitores indignados, contrariados e revoltados, que pretendam OPTAR pela ínfima multa com ABSTENÇÃO DE VOTAÇÃO, é até razoável senão aceitável todos os seus argumentos e, sobretudo, sua indignação, contrariedade e revolta, com as quais concordo em GNG, mas, ainda assim, permita-me os simples questionamentos:
a) ao anularem seus votos e de sua família, irão impedir de que sejam eleitos ou reeleitos?
b) acaso, sabiam que, os votos BRANCOS e NULOS e as ABSTENÇÕES, em nada alteram, modificam ou revertem nem prejudicam aos votos válidos sufragados, consignados e computados para o referido candidato à eleição ou reeleição?
c) enquanto você, sua família e milhões assim procedem e procederem anulando ou votando em branco, estarão contribuindo com os eleitores desses mesmos que se mantém no status quo?
d) malgrado a verdade stalinista de que “o voto nada decide, quem decide é quem conta os votos”, há, pois, desta feita, uma chance, na prática e na verdade, real, possível e legal possibilidade alterarmos, modificarmos e defenestrarmos todos esses mesmos políticos a que te referes?
Simples: basta que exijamos o voto impresso e apuração, computação e totalização ostensiva, pública, clara e transparente dos votos sufragados, porquanto já haver LEI nesse sentido, sabias?
Enfim, exijamos de todos os TRE’s e do STE o direito constitucional, legal, legítimo, político, democrático e civilizado VOTO IMPRESSO ou em CÉDULAS de PAPEL, acaso não seja possível imprimir os votos dessas “seguras, imaculadas, invulneráveis e invioláveis urnas eletrônica digitais, da Smartmatic venezuelana, de George Soros”, que os tem mantido e os mantém no Poder, e já!
Pense nisso!
Abr
*JG
P.S.: Escrito antes da “brilhante” decisão do STF de “considerar” inconstitucional a impressão de votos, nessas “seguras urnas”, que seja, pois, em CÉDULAS DE PAPEL. Ou não?

terça-feira, 5 de junho de 2018

A PIMENTA, NOS OLHOS DOS OUTROS, É MAIS QUE REFRESCO, É COLÍRIO! OU NÃO?

Joilson Gouveia*


Instando aos meus quase cem leitores – ou seriam SEM leitores? -, como de hábito tenho instado, para acessarem e lerem aos textos editados em nosso modesto blog, no mais da vez decorrentes de repúdio, contestação, rechaço, rebates, contrapontos e objurgações aos textos subliminares, dissimulados e sub-reptícios de exímios arautos useiros e vezeiros da verve escarlate senão da estratégia do DUPLIPENSAR, de George Orwell, ou teoria orwelliana de manifestação e expressão das ideias, como tem sido a praxe e de praxe, a saber: http://blog.tnh1.com.br/ricardomota/2018/06/03/e-se-fosse-comigo/ - Leiam-no aqui, antes da leitura deste, para comparação, avaliação e ilação!
Eis, pois, esmiuçada, comprovada, confessada, literal e intelectualmente a reação que teria tido se o “safado” [vociferado por uma “moça”] tivesse sido com o mais autêntico senão puro e legítimo defensor de direitos humanos, humanista, coletivista, igualitarista solidário, justo e fraterno esquerdista de esquerda e à esquerda, dito “progressista” e integrante de uma plêiade de intelectuais de sempre (ou de antes e outrora) da enfadonha tricentenária ideologia de retrógrados, tresloucados, desvairados, ultrapassados, esfarrapados, superados, senis e carcomidos comunistas/socialistas/marxistas/leninistas/trotskistas/stalinistas/gramscistas/Fabianistas et caterva, que insistem, persistem, teimam (e não desistem nunca) na hercúlea pugna pela “nobilitante” CAUSA, principal responsável por mais de 110 milhões de mortes por assassinatos de nacionais compatriotas díspares, divergentes, diferentes e contrários ou neutros e alheios aos ideais, ideias e ideologias: apenas na antiga URSS, e outros 11 milhões, na Alemanha nacionalista de Hitler, que alegam ser de “direita” – na mais inútil, vã, debacle, debalde e pífia tentativa de minimizar, iludir, omitir, negar e, sobretudo, lograr aos incautos -, assim quando o fazem quanto ao PSDB de ser “à direita da esquerda” ou uma anômala, espúria, abstrusa e abjeta “esquerda à direita”, como os useiros e vezeiros da verve escarlate têm assestado e assestam, a ver:
- “Mas, reparando bem, e se a moça lá de cima tivesse falado mesmo comigo?!
– &#@!%*! (Sic.) – Como traduzir?
Mutatis mutandis: mudando o que deve ser mudado - o que não dizer se, por exemplo, tivesse ela (“a moça”) bradado o vocábulo ESTUPRADOR! (?)
– Ainda que não o fosse nem seja – tenho certeza de que não é-o – e “tivesse falado comigo”?
Ou sendo o verbete ‘safado’, da “moça”, o impropério impróprio, indevido e injurioso, calunioso e difamatório, inescrupuloso e criminoso de: “estuprador, sexista, machista, fascista ou racista”?
A resposta mais branda, serena, equilibrada, urbana, moderada e comedida, por conseguinte dedução racional, lógica e elementar comparado ao acima esposado, não seria outra que não a mais mínima resposta dada: &#@!%*! Ou: &#@!%*! Mais uns &#@!%*! E tantos outros mais &#@!%*! - &#@!%*. Ou não? - Mas, suponhamos, se fosse o “Jair” que respondesse assim, igual e no mesmo tom e altura: &#@!%*!? – Imaginaram?
Enfim, como diz o título deste: nos olhos dos outros é mais que refresco; é colírio! ;) J
Abr
*JG