sexta-feira, 5 de maio de 2017

ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO VERSUS HIPOCRISIA; OU: A LÓGICA CÍNICA E CRIMINOSA DAS ORCRIM’S (TRAVESTIDAS DE PARTIDOS DE MATIZES ESCARLATES)

Joilson Gouveia*
Breve proêmio
Desde a institucionalização, no Brasil, do proposto, pretendido e anelado Estado Democrático, Humanitário e de Direito, aquele jungido, submetido e subsumido ao Império da Legalidade irrestrita, ampla e geral, que deveria ser para todos, consoante o Princípio de Direito da Isonomia (numa igualdade-igualitária-equânime-equitativa e igual para todos, indistintamente e sem discriminações, conforme insculpido na Carta-Cidadã, de 05 de outubro de 1988 – a qual não fora assinada por um dos tais partidos, que dizia do trabalhadores, na sua promulgação; eis a verdade histórica! – nas suas cláusulas pétreas: “todos são iguais perante a lei” ou “ninguém será obrigado a fazer ou deixar alguma coisa senão em virtude de lei”, após a tão decantada, propalada e disseminada pugna pelas “Diretas, Já”, que culminou na comprovada, atestada e indiscutível “debacle redemocratização”, a despeito dos alertas vaticinados por Ernesto Geisel e João Batista de Oliveira Figueiredo. É fato histórico, insofismável e inconteste! – vide o vaticinado ou suas verazes profecias, a saber: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/05/lembro-os-os-comunistassocialistas.html.
I - Pluripartidarismo Partidário (De Partidos ou de Facções Criminosas)
De lembrar que, como dissemos recentemente, houve indiscriminada criação de múltiplos, vário e “variados partidos”, com espeque na tal pluralização prevista no Art. 1°, inciso V – “o pluralismo político”; que mais que multiplicou, majorou e ampliou seu espectro ideológico ao ponto de já termos 35 partidos de matizes escarlates; vide aqui: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/05/onde-sociedade-justa-fraterna-e.html; no qual percebe-se, que todos esses partidos (notada, notória e comprovadamente ORCRIM’s, conforme desnudado, descoberto e provado pelas brilhantes, inteligentes, científicas, hercúleas e tenazes perscrutações nas operações policiais federais, mormente da Força-Tarefa Lava-Jato) estão unidos ideologicamente (de fins símiles e teleológico) em conluios ou coalizões vitoriosas – e, nestas, fazem de tudo para alçar, chegar e permanecer no Poder: tanto é que, nas últimas eleições gerais de 2014, “fizeram o diabo para não perderem as eleições”; não perderam, mas não venceram! – Aliás, desde as tais seguras, invulneráveis e invioláveis “urnas eletrônicas digitais”, da Smartmatic venezuelana, de George Soros, que mantêm-nos no Poder. São os meios justificando seus fins!
II - Fins justificando os meios.
Destaque-se, por supino valor, fundamental valia e supra importância, que são esses poderosos partidos que adrede escolhem, indicam e nomeiam seus ministros às “altas cortes totalmente acovardadas”, sobretudo no Supremo Tribunal Federal, que se tornou naquilo que já havíamos assestado: “só se presta para Soltar Todos Finórios” – quanto mais salafrário, escroque, alarife e finório for o sujeito, o indivíduo ou o canalha meliante (mormente se integrante de um desses “partidos”) mais será contemplado, gratificado e beneficiado por miraculosas, mirabolantes, artificiosas e mágicas ilações, ainda que contrariem, discrepem e divirjam ou afrontem, acintosa, infensa e mortalmente firam aos precedentes julgados contidos na própria doutrina pátria, mansa e pacífica, e, sobretudo, na sua Jurisprudência interna corporis ou até mesmo rasguem, pisem, espezinhem, vilipendiem, desdenhem e menoscabem à Carta-Cidadã, como no caso da “queda sem coice”, que fez a condenada e RÉ perder seu anel, mas preservando seus dedos (ou tentáculos de medusa). Lembram-se?
III - Constituição para quê?
- Malgrado se tenha dito aqui, cá, acolá e alhures que a “Constituição é aquilo que supremo diz que é”, segundo um renomado causídico fragorosamente esquerdista caetés, como se ela (Constituição) estivesse escrita noutro vernáculo, vocabulário, idioma, língua ou linguagem diversa do escorreito português praticado por seus nacionais, ainda que, no mais da vez, se pratique de uma rebuscada dialética forense, como soe ocorrido, sobretudo que vivamos num pretenso senão pretendido Estado de Direito.
Ou seja, em respeito, obediência e dentro os esquadros, esquadrias, molduras, limites e liames da mais imperiosa, imperativa e poderosa LEGALIDADE, os quais moldam e norteiam todas as demais regras de saudável, salutar e harmoniosa convivência social, urbana, pacífica, cidadã, política e democrática, urge, pois, relembrar que os ditos facínoras, meliantes e criminosos agem, atuam e pautam suas más condutas foras-de-lei. Ou seja, não adianta obedecer às regras do jogo enquanto eLLes não as respeitam, nem as obedecem tampouco cumprem-nas; ou não?
IV – à guisa de epílogocomo ministrar o inócuo remédio jurídico ao paciente recalcitrante, renitente e contumaz delinquente?
Enfim, por que, para que, como, quando e quanto ministrar remédios adequadamente justos, leais, legais, constitucionais do arcabouço jurídico-positivo da LEGALIDADE se não se lhes prestam tampouco se lhes servem nem se lhes tem servido de freio, pauta ou controle ou força inibidora, repressora, redutora, pois que nem evita ou tampouco combate suas insanas, avaras e vorazes sanhas criminosas, mormente quando a Carta-Cidadã fora da lavra deLLes, e que seria aquilo que o STF diz ser que é?
Onde lógica impessoal, imparcial, leal e justa desse jogo, no qual o bem se porta bem enquanto o mal se porta mal, e, no mais da vez, com a conivência, indulgência, indolência, leniência, complacência e/ou anuência de quem deveria ser imparcial, impessoal, justo, direito, digno, reto e probo, no mínimo, magnânimo na aplicação da ISONOMIA – reitere-se - "por igualdade-igualitária-equânime-equitativa e igual para todos, indistintamente e sem discriminações", conforme insculpido na Carta-Cidadã, de 05 de outubro de 1988, já que se busca uma sociedade justa, fraterna e igualitária Justiça Social, tão propalada pelos esquerdistas amantes da humanidade e defensores, protetores e salvadores do mundo. Eis, pois, presente: os seus fins justificando seus meios! Ou não?
Direitos devem ter os que direitos são, enquanto cidadãos, num Estado Democrático, Humanitário e de Direito. Ou não?
Abr
*JG

P.S.: há de haver regras claras, limpas, duras, inflexíveis, sobretudo honestidade, honra, lisura, éticas, morais, impessoais, imparciais, transparência dessas regras e, sobretudo, de seus árbitros, mediadores, julgadores, juízes, magistrados e ministros do supremo, que sentem-se mais supremos que o soberano povo e sua balizadora Carta-Cidadã, sob pena de incidir o advertido pela Águia de Haia, a saber: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2016/11/a-lei-das-leis-nao-pode-nem-deve-ser.html. O que torna o jogo democrático desleal, covarde e desigual ou convenientemente parcial aos ideais, ideias e ideologias; ou não?


Um comentário:

  1. Sou, de há muito, pela constitucional intervenção marcial castrense federalizada, nos termos que a defendo em nosso blog - ou, até mesmo, no caso de não implementada esta, uma imncontineti desobediência civil generalida, ampla e irrestrita, mas, ainda ssim, se nos antolha acanhada, desdenhada ou bastante cômoda a posição de uma esperada "ação do povo", para isso, ou "seu comando" (quem é o povo, para dar tal comando? Qual a voz de comando, para isso? Odever-poder não pode depender de siples ação ou "comando do povo"; ou não?) quando o que se vê às esscâncaras que a LEI e a ORDEM estão sendo debeladas, desdenhadas e descumpridas pelas autoridades que devreiam cimprir e fazê-las cumprir, obedecer e respeitar, a saber: http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/05/estado-democratico-de-direito-versus.html
    Temos dito!
    Abr
    *JG

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