terça-feira, 1 de abril de 2025

CRIMES ALEXANDRINOS

 

Joilson Gouveia*
1- TORTURA PÉRFIDA OU PESCARIA IMORAL E ILEGAL - Os crimes alexandrinos – são todos os crimes de responsabilidade cometidos, consumados ou perpetrados pelo pseudo magnânimo imperador homônimo daquele alcunhado de O GRANDE – especialmente os que estão filmados (num flagrante delito perene) permanentemente em vídeo gravado e registrado ou arquivado e documentado tal e qual julgaram, condenaram e trancafiaram – depois cassaram-no (ou caçaram-no literalmente) e anularam o indulto presidencial outorgado ao destemido e intrépido parlamentar fluminense; ou não?

Em verdade, na prática e na dura, crua e nua realidade, a rigor e por lei ou dever de ofício do mais alto membro do Parquet federal (da República e enquanto diligente, disciplinado e dedicado ou bravíssimo fiscal-da-lei, presente na oitiva - leia-se: tortura; do coagido colaborador Cid – (numa coarcta delação-premiada, em nada espontânea nem voluntária), bem como os demais advogados ou operadores do direito presentes ao indevido e incompetente interrogatório do despótico inquisidor e, sobretudo, frio, cruel e ameaçador carrasco.

·     Art. 301. Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito”.

Logo, bem por isso, os quais deveriam prender em Flagrante Delito ao inquisidor-mor ou representar criminalmente (ao próprio éssitêéfi, à OEA, à ONU, ou uma outra Corte Internacional) ante às abjetas, absurdas, abusivas, arbitrárias e ilegais coações, constrangimentos e acintosas ameaças ao acuado, indefeso e coagido colaborador (abandonado e entregue aos sedentos ou vorazes, ferozes e famintos ratos escarlates e ignominiosos ativistas togados não somente pela própria justiça castrense e, especialmente, pelo MD e por seu Alto-Comando de sua corporação...) e, inclusive, ameaças aos seus parentes e familiares, principal ou especialmente, enquanto Parquet e Fiscal da Lei! Oprobriosa, inescrupulosa e asquerosa ou criminosa, imoral, ilegal e insana Pesca Probatória?

2 – JUSTIÇAMENTOU E/OU LINCHAMENTO? Só poderias ou somente deverias ser julgado em quaisquer Instâncias se tivesses cometido algum delito e, ainda assim, se tivesses sido submetido ao devido processo legal, dês que restassem óbvia, clara e evidente senão patente, robusta ou amplamente provadas materialidade e autoria, após processo regular e regulamentar ou o justo, procedimento processual do imprescindível devido processo legal, denúncia e recebimento desta pelo juiz natural ou juízo competente! 

Onde a justiça ilibada, imaculada, impoluta, impávida, impessoal, isenta e imparcial? Inexiste julgamento sem crime! No seu caso, senhor presidente, é apenas aquele dissimulado ou escamoteado e peculiar justiçamento contumaz, corriqueiro, rotineiro ou próprio e típico daqueles useiros e vezeiros da verve escarlate talvez espúrio linchamento ou insídia execução jamais julgamento! Aliás, só em receber uma denúncia fictícia, fantasiosa e vazia já se pode inferir ou deduzir que seus verdugos, carrascos e algozes executores: julgadores parciais, impedidos ou suspeitos! 

Pior é muito mais grave ainda: sem o mais mínimo delito provado ou comprovado como sendo de sua autoria: todos são inocentes até prova em contrário! “Todos são inocentes até que se prove o contrário" é uma expressão que se refere ao princípio da presunção de inocência, cuja fora literalmente dada gratuitamente ou de graça, por bonomia, benesse, sinecura e graçola, gratificação, bônus ou prêmio ao ex-preso solto DESCONDENADO, mas jamais absolvido, inocentado, anistiado ou perdoado; nem livre nem esquecido pelo poderoso, soberano e supremo povo: fator real de poder! 

No caso presente, onde às incontestáveis, irreprocháveis, inquestionáveis, indiscutíveis ou irrefutáveis provas?

Abr
JG*

segunda-feira, 31 de março de 2025

PRISÃO DOMICILIAR (?)


Joilson Gouveia*

Ø Sinceramente, ao ensejo, urge perquirir: um pássaro criado (preso, numa bela gaiola de ouro) está mais contente, livre e solto que o imposto, compelido e preso (numa gaiola de ferro, arame ou madeira); sem ter dado (esse pássaro) nenhuma causa ao seu aprisionamento? Pô-lo noutra gaiola não o liberta!

Nada muda; como nada mudou; a INSANA, INJUSTA, IMORAL, ILEGAL E IMPIEDOSA OU IMPENITENTE INJUSTIÇA AINDA PERSEVERA, INSISTE E PERSISTE NUMA EXAGERADA OU EXARCEBADA OPRESSÃO:

Débora continuará presa; cerceada de seu intransigente, inalienável e sacrossanto direito-garantia essencial e fundamental constitucional, o seu fundamental direito de locomoção: estar; ir e vir; ficar, andar, passear, correr ou sair-e-voltar quando quiser etc.

Ora, com efeito, resultou presa, condenada e sentenciada abusiva, excessiva, arbitrária e ilegalmente porque sanções e penas se lhes foram impostas por juízo e autoridade incompetentes, sem o devido processo legal e sem garantias ao contraditório e à ampla defesa, de forma açodada, imprópria, inadequada, indevida, abusiva, autoritária e arbitrária ou por gravosa usurpação excessiva de poder e, sobretudo, PERMANECERÁ impedida, proibida e vetada ou AMORDAÇADA, CENSURADA e CERCEADA de seu direito de expressão.

·        (CF/88: Art. 5º, IV - “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato") - ou seja, de sua livre, clara, espontânea, voluntária, individual, pessoal, privativa ou pública, aberta e/ou transparente, declarada e deliberada ou manifesta liberdade de expressão e/ou de opinião: “a rainha-mãe de todas as liberdades!

E tudo isso por causa de uma simples pichação – contravenção penal (?): ressabido que não passa de um reles crime nanico, de bagatela, de somenos importância e/ou de menor potencial ofensivo, que sujeita seu autor e infrator apenas ao célere, informal e oral TCO; pois, descabido inquérito ou processo.

Enfim, ainda assim, por inflexível arrogância ou insensata idiossincrasia desprovida de boa-vontade razoável ou pérfida e ilógica razão de seus algozes, restará presa, no seu próprio lar, moradia e residência, - com tornozeleira-eletrônica: como se fora um sórdido vil e reles ou pérfido e cruel delinquente, marginal, meliante ou bandido -, quando o correto, devido, justo e direito é exigir-se a NULIDADE ABSOLUTA, INTEGRAL, TOTAL E PLENA, inclusive com os urgentes, justos e devidos direitos ao ressarcimento ou indenização pelos constrangimentos sofridos e os danos morais causados pelo (I)Moraes: pseudo curador-geral da república de bananas tupiniquins!

DÉBORA LIVRE, LEVE E SOLTA; E JÁ!

Abr

JG*

quinta-feira, 27 de março de 2025

LIBERDADE AOS INJUSTIÇADOS INOCENTES; E JÁ!

Joilson Gouveia*

Temos dito, repetido, reiterado e até mesmo discutido, debatido e objurgado, no meu blog e nas redes sociais, canais de YouTube e Internet; a saber:

  • “Descumprir ordem manifestamente ilegal é dever de cidadania, sob pena de falência do Estado Democrático, Humanitário e de Direito” (Sic.) -JG.
  • Com efeito, há prazo para o anômalo, esdrúxulo, abstruso, abjeto, absurdo, amoral, imoral, ilegítimo, ilegal e tautológico, teratológico ou inconstitucional ou excessivo, abusivo, arbitrário, autoritário senão despótico, tirano e ditatorial porquanto natimorto, funesto, nefasto e nefando ou inescrupuloso, oprobrioso e escabroso ou criminoso inquérito-do-fim-mundo?
  • Até quando se permitirá que o pseudo GRANDE se sinta o próprio Alexandre: ordem ilegal não se cumpre; é dever de cidadania descumprir, desobedecer, repelir e resistir ao abusivo arbítrio ilegal! Vide:

Lembrai-vos todos, os atos viciados não geram efeitos nem eficácias jurídicas, nem mesmo se convalidam; quando ou sendo praticados por autoridades e agentes incompetentes.

Bem por isso, é lícito, lúcido e lógico ou coerente e razoável inferir ou concluir que, grassa erro crasso considerar, discutir, comentar, debater, rebater ou aceitar e, sobretudo, receber atos eivados de legalidade legítima!

O primeiro equívoco dos advogados de defesa dos inocentes presos e processados imoral, ilegal, abusiva, arbitrária ou excessiva e injustamente é considerar como válidos, eficientes ou eficazes um inquérito-processo e um denúncia, quando, dentro da legítima legalidade, não houve nem há ainda uma coisa nem outra:

1-O éssitêéfi é incompetente para prender, processar, julgar e, sobretudo, condenar pessoas comuns (sujeitos simples, indivíduos comuns ou meros agentes e reles e pobres pessoas sem foro privilegiado por prerrogativas de função).

2-Ademais, sequer oportunizou, dispôs ou usou do imprescindível procedimento processual e constitucional DUE PROCESS OF LAW - devido processo legal - DIFICULTANDO, PREJUDICANDO OU CERCEANDO ÀS GARANTIAS DE AMPLA DEFESA E DO CONTRADITÓRIO -, o que é FLAGRANTE E PATENTE OU CLARA causa de nulidade plena e absoluta ou total dessa adrede urdida artimanha maquiavélica e infensa farsa com fulcro num inquérito ilegal, imoral e inconstitucional, o  chamado “do fim-do-mundo”, do Imoraes, lacaio de Dias - e de noites -, do amigo do amido do meu pai.

3-Ora, se sequer houve regular, formal, regimental ou regulamentar procedimental e processual legitimidade ou legalidade no malsinado e famigerado infinito ou interminável inquérito, o que macula, vicia e enodoa ao derivado e consequente famigerado processo e este serviu de fulcro à denúncia de Gonet: uma fictícia, falaciosa ou fantasiosa e criminosa porquanto oprobriosa, ignominiosa e inescrupulosa senão injuriosa, caluniosa e difamatória, além de inexistirem nos viciados autos as mais mínimas provas nesse e desse ardiloso ou mentiroso gópi, o que já desacredita, inviabiliza, invalida e NULIFICA ou esvazia à tal peça acusatória: denúncia-vazia!

4-Ademais disso, ninguém é idiota, imbecil ou mentecapto lobotomizado, entorpecido por psicotrópicos e neurótico ou lunático de intentar um golpe-de-estado, em pleno domingo, num lugar teoricamente – pelo em tese ou deveria ser – o mais vigiado, guardado e policiado ou patrulhado do Distrito Federal; armados de Bíblias, bandeirinhas e vestidos de bermudas, calças e saias ou de camisas amarelas-e-verdes...

5-Com efeito, todos vimos e o MJ assistiu a tudo de camarote, como confessou ao Fantástico, nem usou o efetivo mínimo da chamada FNS nem o do GSI, que recebeu, acolheu e ciceroneou e saciou a fome e a sede dos precursores vândalos – cadê o tal fotógrafo-cinegrafistas ou jornalista internacional, da foto que circulou o mundo inteiro?

6-Aliás, destaque-se ainda, por oportuno tempore e por supino valor e superior valia que, nenhum desses julgadores sequer reconheceu ou admitiu o devido, justo e legal (ou por dever-de-ofício) IMPEDIMENTO E/OU SUSPEIÇÃO.

7-Outra nulidade trivial, curial, simples e elementar ou básica, mas crucial, fundamental e central ou nuclear, que invalida toda e quaisquer pretensões punitivas!

 

Enfim, grassa erro crasso considerar, debater, discutir ou aceitar e receber atos eivados de ilegalidade!

 

Liberdade aos injustiçados inocentes, e já!

Abr
JG*

terça-feira, 25 de março de 2025

PARLAMENTO DE PARLAPATÕES E OPOSIÇÃO DE HOMENS DE GELEIA


Joilson Gouveia*

Os direitistas ou conservadores e bolsonaristas sempre caindo no adrede urdido ardiloso engodo ou papinho dissimulado dos [MALICIOSOS] maldosos, malignos e macabros ou pérfidos e maquiavélicos miseráveis esquerdistas de esquerda e à esquerda – foi assim no fajuto, falso, fraco, insano, fictício e fantasioso gópi!

Note e anote:

  • Ardiloso engodo enganador é dissimulação disfarçada desses farsantes, que se dizem jornaLulistas, séquitos e sequazes Paul Joseph Goebbels a repetirem mil vezes, num roteiro ou script adrede conspirado para mascarar aos fatos e aliviar ou evitar imputabilidade aos fracassados e preservar eventuais ou possíveis sucessores do maligno 🦑 bem por isso a melhor intérprete de seus aparelhos ideológicos dessa mesma mídia mainstream ou convencional e imprensa-canalha ou redgoebells, e direitistas de direita e à direita caem, cantam e dançam à primeira atuação da exímia atriz global e maior militante deLLes em defesa do decrépito bêbedo, senil, debilitado, desmiolado e desmoralizado (desprovido de caráter) descondenado e jamais inocentado, apenas solto ou liberado - nunca livre - pelos ativistas iluminados togados da mesma súcia matula escarlate!!!

Aos parlamentares do CN: Senadores e deputados; para que intentem, insistam, lutem, persistam, tentem e jamais desistam nem abandonem aos nossos golpistas presos ilegalmente - VERDADEIROS BRASILEIROS PATRIOTAS. [iNSTANDO] e apresentando essas] simples sugestões:

1 - Tentar instaurar o processo de impeachment já seria uma boa medida ou uma boa iniciativa e começo;

2 - Caso não consiga todas as assinaturas para isso: trancar ou obstruir e dificultar de todas formas a todas votações e quaisquer pautas do desgoverno e do interesse do éssitêéfi;

3 - Exigir a imediata liberdade de todos aprisionados imoral, ilegal e inconstitucionalmente, por ordens do incompetente desprovido de cabelos - até mesmo dos que depredaram, quebraram e vandalizaram os próprios da união, pois, o juízo competente é o de primeiro-grau, jamais o éssitêéfi;

4 - O representar criminalmente por arbitrariedade, abuso e excesso de poder junto à ONU, OEA, TPI e o/ou à OAB, ABI e Anistia Internacional etc.;

5 - Cobrar ao PGR, AGU e Procuradorias de Justiça o fiel respeito, cumprimento e rigorosa observância ou estrita obediência ao pressuposto processual-constitucional devido processo legal e, sobretudo, a imprescindível, devida, justa [IMEDIATA] e reparadora NULIDADE ABSOLUTA E PLENA DESSAS CONDENAÇÕES E DENÚNCIAS DERIVADAS DESSE FALSO, FRACO E FAJUTO OU FANTASIOSO E FICTÍCIO GOLPE!

6 - Indenizar e ressarcir às vítimas desses degradantes, deploráveis ou desatinados abusivos, excessivos e arbitrários constrangimentos ilegais.

Abr

JG*

UM MUGANGO OU MARMOTA

Joilson Gouveia*

Tendo sido arribado (pelo seu suserano a quem sucedeu) no alto de sua tribuna ou no púlpito de seus elevados tamancos, nos disse o imponente presidente Hugo Mota (doravante HM) formal, oficial ou cerimonial e pomposa, compassada, pausada ou solenemente que NÃO TIVEMOS… (tivemos: é pretérito perfeito do verbo TER) sua fala reflete, infere ou refere ao ONTEM, ou ao tempo ido e findo. Ele está certo! Corretíssimo!

Explico o que arroga!

Aliás, durante 4 lustros sucessivos, seguidos ou contínuos senão constantes e e/ou por mais de quatro lustros ou exatos vinte e um anos ininterruptos pretéritos “não tivemos” nada disso que TEMOS agora, hoje, atual e/ou recentemente senão cotidianamente!

Contudo, com efeito, por conseguinte, maxime et devida venia, urge desconcordar, pois, é por demais supino, imperioso ou forçoso dizer que, hoje, diuturna, cotidiana, recentemente, atualmente ou no presente temos tudo isso que o HM - que marmota - disse não tivemos (ou termos…).

E como temos… e/ou sofremos e sentimos, desde início e meados de 2019… - tudo culpa daquelas revistas ou sites: Antagonista e Cruzoé!

Marmota: (HM viveu e) vive numa blindada bolha, encastelado ou protegido em luxuosos condomínios ou redoma invulnerável de nobre e nababesca nobreza ou nobilíssima aristocracia tanto quanto os daquela tal alta corte totalmente acovardada, igualmente afastada, apartada, isolada ou desconectada do mundo fatual, real e verdadeiro, ou da dura, nua e crua realidade diária dos pobres indivíduos, pessoas e sujeitos comuns ou simples mortais: os humanos!

HM é um simples integrante da mais alta classe (antes de se arrogar, atrepar, ascender e alçar ao píncaro atual - no momento está presidente ou é presidente - era um mero serviçal conveniente e conivente ou subserviente servil, servo e vassalo de seu ex-chefe - do chamado baixo-clero) dentre os nobres aristocratas nobiliárquicos requintados, chiques ou esnobes da nobreza dessa arcaica oligarquia tupiniquim; não?

Pode ser isso, ou seria, suposta e hipoteticamente ou possível e real uma dissimulada ou escamoteada argirocracia nefasta, funesta e nefanda ou macabra, mórbida e maligna clePTocracia – tal e qual já dissera o Mendes, Gilmar - ingente, indigna e indecente porquanto inconsequente, intransigente, inconveniente e inescrupulosa e/ou insidiosa de ignominiosos ímpios impenitentes impiedosos imorais, ilegais e inconstitucionais, mas muito mais iguais que nós: os desiguais perante à lei; cuja lei - de fato, há lei? Somos todos iguais perante ela? Há mesmo uma lei para todos? -, somente existe e é-nos rigorosamente aplicada.

Nós, simples sujeitos ou reles indivíduos e pessoas comuns tidos ou ditos como cidadãos, eleitores, contribuintes ou espoliados, aviltados e extorquidos pagadores de taxas, tributos, impostos e contribuições ou curiais capachos à mercê de seus pés poderosos, soberanos ou supremos porquanto (acima da ou seriam e são) a própria vigente, vigorosa, viril e vingativa ou vil lei numa asquerosa, abjeta e abstrusa ou absurda, arbitrária e abusiva vindita contumaz vilania de vis vilões!

Abr

JG*

O CRIME NÃO VENCE À JUSTIÇA (?)

Joilson Gouveia*

O crime não vencerá à justiça, disse aquela descabelada ou desmilinguida, desnutrida, debilitada e depravada iluminada ou licenciosa anciã togada escarlate, cheia de deficiência e defeitos éticos/morais/legais e constitucionais, pois, PASMEM-SE TODOS:

  • Desbragada, degenerada, débil ou desavisada e desgraçadamente descumpriu, desobedeceu e até suspendeu a eficácia e validade, valia, vigor e vigência dos direitos e garantias individuais essenciais ou fundamentais (cláusulas pétreas constitucionais);
  • Destarte, sendo assim e deste modo, incorrendo, incidindo, praticando ou deliberadamente cometendo grave violação ou gravoso flagrante crime de responsabilidade, com esse descumprimento de preceitos fundamentais - Certamente, devido à senilidade, ou num confuso e breve lapso memorial onde omitiu-se ao imperioso ou imperativo dever ex-ofício, enquanto intrépida defensora ou aguerrida guardiã e arrojada ou intransigente protetora da Carta Cidadã, numa solenidade oficial, formal ou julgamento;
  • Já os seus desprotegidos, pobres e coitadinhos ou tutelados excluídos sociais ou os seus apaniguados preferidos (bandidos, meliantes, marginais e delinquentes de toda espécie, idade ou gênero) têm vencido à justiça e aos justos juízes ou à Sociedade como um todo: o crime não vence, mas seus carrascos, sujeitos e autores ou algozes criminosos tanto imperam quão têm imperado ou dominado!

Aliás, como os mesmos desvairados, desvalidos e degenerados ou desamparados e desviados eufóricos esbravejam, berram, bradam e bramem:

Tá dominado; tá tudo dominado”!

Bem por isso, temos dito: https://www.dartagnanjuris.com.br/2025/02/debil-tibia-pifia-ou-fraca-e-fragil-ou.html?m=1

 

Abr

JG*

"AINDA HÁ JUÍZES EM BERLIM!"

Joilson Gouveia*
Explicando a expressão supra e título deste brevíssimo texto:

  • “Talvez você já tenha ouvido a expressão “ainda há juízes em Berlim” e não conheça a sua origem, que é o poema de François Andrieux, onde se narra a história em que Frederico II, rei da Prússia, decide construir para si e seus amigos um local de lazer e prazeres finos.
  • Mas, ao tentar ampliar seu castelo, viu que no terreno contíguo havia um moinho a atrapalhar suas pretensões, cujo proprietário era o chamado moleiro de Sans-souci, que vivia uma vida humilde da venda de sua farinha, sem preocupações (sans-souci significa “sem preocupação”).
  • Mesmo diante da insistência do rei em comprar-lhe o moinho, o moleiro se negava, alegando que ali fora onde seu pai morrera e onde criava os seus filhos. Não iria abrir mão de sua propriedade por qualquer quantia.
  • Irritado, disse então o monarca ao moleiro: “Você bem sabe que, mesmo que não me venda a terra, eu, como rei, poderia tomá-la sem nada lhe pagar”, no que o moleiro retrucou com a conhecida frase: “O senhor? Tomar-me o moinho? Só se não houvessem juízes em Berlim”. (Sic.) in Ainda há juízes em Berlim, mas não por muito tempo... | Jusbrasil

Lá ainda há? Cá está a faltar, não é mesmo? Será: sim ou não?

Ou o daqui é diferente do de lá, ou, de fato, nada disso aqui há; nem juiz nem justiça! Ou, ainda, seria porquê aqui é sui generis?

Peguemos, pois, por exemplo, os dois casos mais recentes (distintos, diferentes, díspares ou divergentes) e difíceis de entender ou explicar e compreender: duas mulheres condenadas e presas.

DÉBORA X ELIZA: A diferença infensa, ingente, insana, incomensurável ou abissal entre às duas condenadas pela justiça reside no único fato (ou crime) que se lhes é imputado:

  1. Eliza cometeu um crime hediondo: matou e esquartejou o próprio marido;
  2. Débora, contrariamente, apenas sujou de batom 💄 com uma frase atribuída e dita por um iluminado togado escarlate: “perdeu, mané”!; escrita numa parte de uma estátua fria, feia, fajuta, falsa e falaz ou falaciosa e fantasiosa de uma inexistente, impessoal, imparcial ou incompatível, incompetente, imprestável, inservível e inútil justiça; pixação é crime hediondo?

O pior, ou o mais grave ainda, é que não há nenhum crime imputado nem provado, via due process of law - devido processo legal - à cabelereira do batom, Débora,  quando muito uma tíbia contravenção penal leve ou um delito nanico, de bagatela e de menor potencial ofensivo - pixação -, mas aplicaram indevida, injusta, INCOMPETENTE e ilegalmente uma pena descabida, excessiva, abjeta, abstrusa, abusiva, arbitrária [IMORAL] e ilegal; o juiz natural é o de primeiro grau; jamais éssitêéfi! 😡😤😤😡

Concluo: descabida prisão e descabida condenação, por incompetência de juízo ou foro incompetente, sobretudo, por carência ou falta e ausência do imperioso, imperativo e imprescindível devido processo legal, patente, ostensiva e flagrantemente descumprido, cuja nulidade urge e se impõe, num estado democrático humanitário e de direito, e, se há juízes nessas plagas tupiniquins, que se dê-lhe ou devolva-lhe a sacrossanta, intransigível e inalienável LIBERDADE À DÉBORA, e já!

Prisão é exceção, não regra! A regra é a liberdade! A liberdade é e sempre será a regra – na Alemanha, pelo menos, enquanto lá houver juízes -Soltem-na, e já!

Ab

JG*