quinta-feira, 23 de julho de 2020

UNS TORCEM PELA VIDA E MUITOS OUTROS, PELA MORTE, OU DESEMBOLSO DE R$ 18 MIL REAIS, DO MS!

Joilson Gouveia*


Temos dito, repetido, reiterado, contestado, rechaçado e, sobretudo, objurgado e replicado (em nosso modesto blog) sobre a “imprensa-canalha”[Millôr], “banal”[Chesterton], “prostituta”[Sinatra] ou “uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corruPTa”[Pulitzer] senão uma verdadeira “organização criminosa, nada mais” ou/e “assassina de reputações” [Olavo de Carvalho], de cujos “jornalistas”, em sua esmagadora ou total senão imensa maioria, há os que atuam como típicos, verdadeiros e autênticos arautos dos “aparelhos ideológicos”[Gramsci], mormente porque são “agentes-de-transformação-social”. Portanto, sem nenhuma credibilidade ou sem nenhuma objetividade:
  • A objetividade não deveria existir no jornalismo, porque ‘o dever supremo do jornalista de esquerda não é servir a verdade, e sim servir a revolução”. Em discurso de Salvador Allende no primeiro congresso nacional de jornalistas de esquerda. El Mercúrio, 9 de abril de 1971. 
Aliás, destarte, desse modo ou bem por isso, eis como a tenho denominado, definido e classificado ou a adjetivado de “imprensa 3D”: aquela que mais desinforma, desserve e desconstrói por mera desonestidade intelectual; como bem assestado por Juca Chaves: A imprensa é muita séria, se você pagar eles até publicam a verdade”.

Com efeito, para avaliação, constatação, aferição e comprovação, insto, aos meus quase cem leitores e aos demais que a este virem, para ler os dois excertos abaixo transcritos, a saber:
  • O Boletim Epidemiológico desta quarta-feira (22/07) confirma mais 729 casos de Covid-19 em Alagoas. Dessa forma, o estado tem um total de 51.680 casos confirmados do novo coronavírus até o momento, dos quais 4.598 estão em isolamento domiciliar e 163 internados em leitos públicos e privados.
  • Outros 45.474 pacientes já finalizaram o período de isolamento, não apresentam mais sintomas e, portanto, estão recuperados da doença. Há 1.141 casos em investigação laboratorial. Foram registradas mais 15 mortes em território alagoano. Com isso, Alagoas tem 1.443 óbitos por Covid-19”. (Sic.) In https://eassim.net/alagoas-tem-51-680-casos-da-covid-19-e-1-443-obitos/ 
Notem bem: quem pergunta que saber; e perguntar não ofende:
  • 1.Esses “45.474 pacientesforam recuperados (sarados, curados e salvos) de que forma, como, onde quando, o quê ou quemos salvou”?
  • 2.Por que é que, dos “51.680 casos confirmados” (“4.598 estãoisoladosem residência”: com ou sem tratamento-médico (?); ou é-lhe bastante o mero, simples, trivial e curial “científico isolamento”?
  • 3.Os “1.443 alagoanos mortos” estavam isolados ou hospitalizados e quais os protocolos prescritos, ministrados ou adotados?
  • 4.Onde estão, quem são ou/e o que fazem os 1.141 “investigados” ou suspeitos de contaminação?
  • 5.Mais: Por que, dos mais de 1.141 identificados como “investigados”, apenas “163 estão internados em leitos públicos e privados”?
  • 6.Onde o tal “hospital-de-campanha”, cuja premissa era para desafogar ou “evitar o COLAPSO do Sistema Público de Saúde –SUS”?
  • 7.Enfim, quais os protocolos-médicos que “recuperaram 45.754” dentre todos os “51.680 casos confirmados” aqui nas plagas caetés? 
Agora, vejam o excerto do editorial abaixo:
  • (...) “É preciso que a sociedade tenha conhecimento sobre estes medicamentos. Políticos e governantes se curaram com determinadas substâncias não autorizadas, mas tentam esconder da população esta informação. É um crime que cometem contra os brasileiros, com a justificativa de que não há comprovação científica da droga.
  • Sob o falso argumento de não ter o aval da ciência, a mão pesada do Estado avança sobre aspectos essencialmente particulares da vida das pessoas. Agem em nome da ciência que não conhecem, proibindo ou autorizando medicamentos. Interferem em uma relação privada e sigilosa entre médico e paciente. Passam por cima dos diretos individuais que são conquistas da cidadania.
  • A opção pelo tratamento ou medicamento é uma decisão do indivíduo. Somente o doente tem o direito de escolher, em conjunto com seu médico e familiares, como quer ser tratado, que medicamento tomar e que risco pode correr para se curar. Cabe ao Estado colocar à disposição da população a infraestrutura de saúde pública, UTIs, leitos, respiradores, médicos e medicamentos que permitam este tratamento na rede pública ou particular”.(...) Sic. – In https://ndmais.com.br/opiniao/editorial/liberdade-para-se-tratar/ 
Reitere-se: desde sempre (ou desde o início dessa invisível e famigerada pandemia) que aquele médico [que “não abandona paciente”] já assestara ou/e recomendara o eficiente e eficaz “cientifico distanciamento” ou isolamento sociallockdow, na fala dos renomados escolados adeptos da “cientificidade dos estudos-científicos” da OMS/ONU, cujo chefe nem mesmo medico écuja premissa [prioridade primordial, precípua ou prioritária] era evitar o COLAPSO com PICO DA CURVA, que dar-se-ia sempre: na próxima quinzena ou no próximo mês; a cada entrevista diária... (lembram disso?).

Daí, as urgentíssimas dispensas de licitações e dos decretos dos “empáticos governadores e prefeitos” com o aval, ratificação e homologação daquele “amigo do amigo do meu pai”, porquanto estaria “explicada ou justificada” senão a iminente probabilidade razoável, oportuna e urgente senão imediatista oportunidade de “ganhar tempo de construírem hospitais de campanha”, equipados com todos aprestos às equipes e equipamentos postos “à disposição da população a infraestrutura de saúde pública, UTIs, leitos, respiradores, médicos e medicamentos que permitam este tratamento na rede pública ou particular”, de cujos protocolos-médicos de atendimento eram distintos, díspares e diversos ou diferentes nessas mesmas redes ou, especial e particularmente, dos vários planos de saúde. É fato!

Enfim, os isolados foram infectados ou/e mortos mesmo em casa (“fique-em-casa”) e, o que é pior senão mais grave ainda: não se sabe quantos dos mais de “32 mil isolados” – todos os presos soltos pelo éssitêéfi foram contaminados e mortos, com ou sem tornozeleiras (?)- ou curados ou/e tratados. Quem saberá informar? Quando retornarão, e se é que irão voltar?
  • - Prefiro o risco (de sobreviver) com medicamentos [mesmo sem a “comprovação de especialistas da OMS/ONU”] à clara convicção e certeza dos que nos tem ofertado apenas “a empática fraterna e solidária opção de sacos e caixões lacrados e milhares de covas-rasas”, que ocultam ou não disponibilizam nem facilitam ou distribuem - ou até mesmo recolhem, renegam, sonegam ou/e escondem da população - os “venenos venenosos” que já salvaram muitos “dotôs e políticos”, aqui e alhures, mundo afora!
Ou não tenho (nem mais teria) esse individual direito de escolha?
Abr
*JG



Nenhum comentário:

Postar um comentário