sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

ELEIÇÃO SEM IMPRESSÃO E APURAÇÃO PÚBLICA É ENGANAÇÃO

Joilson Gouveia*

Antes de mais nada, nossos votos de boas-vindas ao mais culto, inteligente, competente e coerente dos literatos caetés e tupiniquim ainda que o mais exímio dos arautos esquerdistas de esquerda e à esquerda, useiro e vezeiro de verve escarlate autêntica, genuína e típica!
Entrementes, urge destacar que pessoas normais falam sobre coisas, pessoas inteligentes falam sobre idéias, pessoas mesquinhas falam sobre pessoas”. (Sic.) Platão – Na íntegra in https://www.pensador.com/frase/NzgwOTI2/.
Com efeito, sobre o tema eleição ou votação ou escolha convém destacar:
Ademais, nesse sentido, lapidar e inolvidável o cruel escólio de Stalin: “Voto nada decide; quem conta os votos decide tudo”! – Na íntegra in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/03/nem-todo-eleitor-e-cumplice-desses.html. Aliás, tem sido assim, assim é e assim será, mormente enquanto perdurar esse processo eleitoral “moderníssimo” num país que quase nada do governo funciona. Ou seja, enquanto a “escolha” se der nessas “confiáveis, invulneráveis e invioláveis ou imaculadas urnas digitais eletrônicas, da Smartmatic venezuelana de George Soros”, que tem garantido, assegurado e mantido o status quo de políticos e parlamentares dos mais de cinquenta tons escarlates dentre os 35 “partidos existentes”! Ou não?
Malgrado o adágio popular de que “não existe político bom ou político honesto”, nada obstante não haver “santos e anjos” ou “ascetas de prístinas virtudes” no nosso parlamento, nas três esferas de Poder, tem-se visto reiteradas recomendações sobre a escolha de um bom candidato, quase que uma premissa posta, inclusive pelo dileto “Peninha”, quanto às suas propostas, programas, projetos e ideias ou ideais para o eleitorado – não basta ser um rosto bonitinho e sorridente etc. Onde tais premissas?
Ademais, surgem algumas dúvidas e questionamentos, como os destacados aqui por Maria, Sérgio Nobre, Paulo Santos e Fernando Fernandes; dentre outros!
Enfim, já dissemos, repetimos, reiteramos e replicamos, a saber:
(...) já que tudo “nessepaiz” se resolve com urgentes “eleições diretas”, que tal eleições diretas para impedimento, afastamento e cassação de chefes de executivos e de parlamentares desidiosos, ímprobos, inescrupulosos e criminosos pública, notória, ostensiva, notada e transparentemente sabido, ressabido e consabido de todos e imprensa em geral, além de célere, eficiente, producente, iria economizar tempo e dinheiro dos contribuintes; ou não? – Na íntegra in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2016/04/novas-eleicoes-de-velhas-aves-de.html
Mais ainda:
Tivemos “velha e nova repúblicas”, mas com os mesmos suseranos e velhos mandatários de sempre, desde as sesmarias e capitanias hereditárias, que legaram aos seus sucessores todos os seus poderes, mediante um logro chamado de eleição e de uma bela frase de efeito: “todo poder emana do povo e em seu nome será exercido por seus representantes”!
Tivesse mesmo o Povo esse poderoso Poder não seria obrigado a votar! Ter o “poder” de PÔR sem poder DEPOR é não dispor de poder nenhum(...) – Na íntegra in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2017/04/novos-vestais-representantes-de.html
Eleições sem impressão do voto e sem apuração, computação e totalização públicas, ostensivas, claras, concretas e transparentes ou auditáveis, onde se possa aferir, conferir, comprovar, contraditar e até discutir ou contestar seus resultados não é eleição, é enganação! Ou não?
Chega de embromação!
Abr
*JG





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