quinta-feira, 30 de março de 2017

PREITO DE ETERNA GRATIDÃO AOS MILITARES DE 1964

Joilson Gouveia*

Há exatos 53 anos, graças aos nossos briosos castrense federais e suas forças e reservas de briosas estaduais, atendendo ao apelo, rogo e convocação instado pelo Presidente do Congresso Nacional de então, o Brasil e os brasileiros e as brasileiras decentes, honestos, honrados e de bem deste país, foram salvos da anelada, intentada e pugnada ditadura-do-proletariado dos comunistas/socialistas subversivos, insurretos, sublevados e terroristas que foram às armas, para dominar nossa Nação; porém vencidos, derrotados e fugitivos (auto-retirantes - auto-expurgados), e tivemos 21 anos de prosperidade, crescimento, desenvolvimento e, principalmente, tranquilidade e segurança, cujos tempos foram “sombrios”, para os esquerdistas escarlates que intentaram transformar nossa pátria numa Brascuba ou numa Cubrás, como ainda intentam pelo logro dissimulado desde então, conforme tecido, tramado e urdido no “foro de São Paulo”, em 1990: eLLes não desistem nunca, igual aos cupins, não é à toa que são vermelhos! Jamais houve sentença de expurgo, exílio, desterro e banimento!
O que fomos e o que ainda somos, ainda hoje, deem-se graças aos briosos militares e, principalmente, aos nossos grandes generais-presidentes, sobretudo aos destacados cinco marechais-generais, a saber: Humberto de Alencar Castelo Branco; Arthur da Costa e Silva; Emílio Garrastazu Médici; Ernesto Beckmann Geisel e João Baptista de Oliveira Figueiredo; sem falar no intrépido, audaz, tenaz e brilhante até no nome coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ferrenho combatente dos vermelhos comunas/socialistas, dentre outros!
Houve erros sim; claro! Mas o mais grave foi a anistia ampla, geral e irrestrita, que fez retornar e ressurgir os subversivos guerrilheiros e sublevados terroristas evadidos ou (auto) exilados de então, que alçaram ao Poder, pelo logro do voto, e, também, foram presos na Democracia, após à debacle redemocratização ou reabertura política, ultimada por João Figueiredo, inclusive os “sobreviventes torturados” – ou são duros de morrer ou nunca houve nem sofreram nenhuma tortura, como se denota das sequelas inexistentes!
- Olavo de Carvalho: "Crimes da ditadura militar existiram? Com certeza. O pior foi dar anistia a todos os bandidos que hoje nos governam."
Tivemos uma ditatura-militar sui generis: alternância de poder, com eleições indiretas a cargo do congresso nacional e instituições funcionando, eleições diretas estaduais e municipais e etc., mas, ainda assim, pechado de período sombrio ou anos-de-chumbo (para os comunistas/socialistas, talvez, para os subversivos terroristas e guerrilheiros do Araguaia, certamente, mas nem tanto como em Cuba, Chile e Argentina, etc.) O indigitado GOLPE-MILITAR, na verdade, fora um contragolpe nos vermelhos!
Leiam mais aqui, a saber:
Enfim, os subversivos “anistiados” fundaram um partido, em 1979, que se dizia dos trabalhadores e que deixou as páginas sociais e políticas dos cadernos, revistas e jornais, para ocuparem aos cadernos policiais; virou uma quadrilha? Os ditos “anistiados” puseram em prática os “doutos ensinamentos” de Antonio Gramsci, chegaram lá e estão há mais de treze longos anos... todos estamos vendo seus resultados!
Já os cinco honrados militares “ditadores” morreram todos com o patrimônio muito aquém dos 10% de alguns ditos e malditos ditos ex-presidentes “honestos, honrados, éticos e democráticos” eleitos por URNAS SMARTMATIC venezuelanas, cujo contador de votos decidiu retribuir à graçola da sinecura ascensão e generosa benesse recebida anteriormente; ou não? – Stalin: “Quem vota não decide nada. Quem conta os votos decide tudo”!
Salve! Urras! Sus! Eia! Salve, 31 de março de 1964!
Abr
*JG






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