segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

ETERNAS E IMPRESCINDÍVEIS BRIOSAS CASTRENSES!



Joilson Gouveia*

Poucas nações ou países, sobretudo democracias legítimas e, portanto, autênticas dão-se ao luxo ou privilégio de prescindirem às forças bélicas ou armadas ou exércitos, mas nenhuma, por mais, culta, civilizada, urbana e pacata que seja pode prescindir das imprescindíveis polícias (guardiães da Polis e Urbes e, acima de tudo, protetoras dos cidadãos e cidadãs honestos, honrados, decente e de bem de sua Sociedade), inclusive o grande pensador positivista-administrativo-legalista francês Honoré de Balzac já assestara, a saber: “os governos passam, as sociedades morrem, mas as polícias são eternas. Onde houver e enquanto houver povo, nação, sociedade, comunidade ou grupo social existirá uma polícia; digo eu!

De há muito, desde os idos das décadas de oitenta e noventa, do século e milênios idos, que tentam EXTINGUIR às nossas briosas castrenses, por vezes recomendadas por organismos internacionais de mais de cinquenta tons escarlates, cujos matizes vicejam viçosos e florescem ou até ascenderam ao poder, depois de intentarem pela luta ou guerra de guerrilhas rural e urbana, desde 1930/32 até 1964, quando optaram pegar em armas, sublevados por subliteratas subversivos insubmissos e subverteram a ordem em atentados a bombas e explosivos, sequestros, assaltos, roubos e assassinatos ou “justiçamentos” dos “desaparecidos” que desistiam ou temiam seguir em frente, “na luta pela ditadura o proletariado”; eis a verdade dura, nua e crua, veraz, franca, histórica e verdadeira!

Hodiernamente, até a ONU e centenas de ONG’s (sustentadas por des governos escarlates) e “instituições” e “direitos dos manos” pugnam diuturna, tenaz, paulatina, dissimulada e sorrateiramente para acabarem de vez e para sempre com nossas organizadas, disciplinadas, ostensivamente fardadas e hierarquizadas polícias militares: já tentaram unificação, municipalização, fusão, federalização e extinção, vias proposta de Emenda Constitucional - PEC 37, 51 e etc., até “criaram” mediante decreto ilegal, inconstitucional, esdrúxulo, anômalo, imoral e amoral uma Força Nacional e Segurança – que é constituída de briosos estaduais “voluntários” dos mais diversos estados-membros, todos carentes, ilegítimos e desprovidos de Poderes de Polícia e Pa polícia, para atuarem noutros estados que não nos de suas origens, exclusivamente – em troca de polpudas diárias, o que os tornam mercenários institucionalizados, sob comando de alguns militares federais, com a condescendência, leniência e omissão dos membros do Parquet, promotores e demais Procuradorias da república, federais e militares. Ou não?

Os episódios sangrentos, sanguinários e de criminalidade violenta letal, no Estado ES-Vitória, são somente a “ponta do iceberg”, e poderão se alastrar aos demais estados-membros da Federação, mormente por desídia, incúria e descumprimento às Leis e Constituições, que seus atuais gestores juraram cumprir e fazer cumprir, solenemente, especialmente quanto aos reajustes anuais olvidados e negados!

Ademais, os desgovernos estaduais do ES e RJ, que espoliaram, aviltaram e depenaram o Erário, como se infere e se vê do noticiário diário televisivo, desviaram os recursos e verbas carimbadas, mormente do Fundo Nacional de Segurança Pública, “do piso nacional dos castrenses e das polícias civis do Brasil” (?) e até da ardilosa PEC/300 – usada para ganhar a eleição de 2010, que ninguém mais parece lembrar; ou não?

Machado de Assis e Olavo Bilac nos ensinaram: “A ocasião, ao contrário do que se pensa, faz o roubo; não faz o ladrão. Este já nasce pronto e acabado”. É o que se antevê e se deve concluir, inferir, deduzir e conferir ou comprovar dos eventos, no ES e RJ, que refletem à índole malévola, perigosa, perniciosa de uma ínfima parte da população desses estados, no mais da vez, emulada, açulada, incitada e incentivada pela impunidade aos bandidos de colarinho-branco (que roubaram milhões ou bilhões, e quase ninguém sofreu as devidas sanções e cominações penais devidas), sobretudo os incólumes alarifes finórios escarlates: “o criador e sua criatura” et caterva mais seus aliados da “coalizão vitoriosa”; ou não?

O sujeito ignaro, ignoto, incauto, inculto ou pouco e quase nada orientado, educado e instruído por essa “pátria educadora” se arvora do mesmo “direito” dos políticos do mensalão e PTrolão, e passa a delinquir também, por puro reflexo instintivo animal e bárbaro desejo ou espúria vontade, principalmente quando na multidão ou turba e arrastões, que nunca antes existiram “nessepaiz” até a “debacle redemocratização”; tenho dito e escrito!

Respeitem-nos! E cumpram seus juramentos!

Somos soldados leais

Abr

*JG


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