sábado, 17 de setembro de 2016

“Quem fala a verdade não precisa de advogados...”

Joilson Gouveia*

Depois que o mundo inteiro, o Brasil e os brasileiros e as brasileiras assistiram à transmissão ao vivo e em cores do “pronunciamento” do “asceta de prístinas virtudes”, por exatos 70 minutos ininterruptos (sem cortes, sem propagandas, sem perguntas e sem respostas) numa monódica mitomania sem igual e “nunca antes vista na istóra dessepaiz”!
O ápice de sua atoleimada peroração vitimista repleta de vitimismo foi nos classificar a todos os concursados como "analfabetos políticos" - naquilo e daquilo que eLLe entende e pratica como sendo "política" – e, sobretudo, enaltecer a "onestidade" dos políticos de sua estirpe, naipe e laia, os quais "são chamados de ladrões, de filhos da mãe e de filhos do pai, mas todo ano estão enfrentando o povo nas ruas, dando a cara para bater e pedindo seus votos". Há cinismo hipócrita maior? Não tenho nenhuma “convicção”!
No entanto, o ponto alto, na sua espetaculosa representação teatral chinfrim e muito aquém à de picadeiros de circos mambembes – que me perdoem os mambembeiros por compará-los ao nefasto em liça em comento -, onde tentara ser o "Arakém: o show-men" num Stand-Up de si mesmo auto-dirigido pelo próprio, "O Cara": passando do hilário ao trágico, tragicômico melodramático de novelas-mexicanas-paraguaias de copiosas lágrimas "indignadas" e repletas de patranhas dos episódios de que fora e é o verdadeiro "herói", num desempenho ímpar, singular e exclusivo de deixar sua militante claque boquiaberta e sua plateia de asseclas, sequazes e séquitos admirados, confiantes e crentes nas bazófias, bravatas e patranhas vomitadas, numa convicção catatônica ou, como testou convicto, numa catarse – em Medicina e, portanto, díspar, estranha e diversa da Psicanálise ou Psiquiatria; claro!
Entrementes, o que nos intriga a todos nós, concursados ou não, demais brasileiros e brasileiras honestos, honrados, decentes e de bem, mas nunca “mais onesto que eLLe”, é o simples fato de esse inocente cercar-se de mais de vinte “adevogados” (como pronunciado por eLLe) e quem banca e tem bancado a essa banca de advogados? Qual o custo e quem a custeia? – Leiam in http://gouveiacel.blogspot.com.br/2016/04/a-furibunda-jararaca-desdentada-nao.html sobre necessitados de advogados!
Enfim, já dissemos, repetimos e reiteramos: “não é honesto defender corruPTos” É, pois, apologia ao crime e aos criminosos: “Pior que um governo corruPTo é ver um cidadão que se diz “honesto” que o defenda”!
E, digo mais, a saber: na IstoÉ, há uma citação extraída da galeria de um presídio feminino paulista, que bem define a situação do “asceta de prístinas virtudes”, Luís LI – The Sir LILS, o virtuoso e “mais onesto dessepaiz”, a saber: “quem fala a verdade não precisa de advogadoquem fala meia verdade precisa de um, quem mente inteiro é bom ter dois”. Não há notícias de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenha feito alguma visita a essa prisão, mas é muito provável que ele conheça os dizeres registrados naqueles muros." (Sic.) - Ou seja, se mentes pela metade, um advogado; se mentes inteiro, dois advogados.
Como se sabe, pois público e notório, que eLLe contratou uma “banca de ouro” de bem mais de vinte, já se pode inferir de suas inverossímeis "verdades"; ou não?
– Qual convicção?
Abr

*JG

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