domingo, 8 de junho de 2014

HÁ MESMO ELEIÇÃO, NESTA NAÇÃO?

Joilson Gouveia*

Ao povo caetés e tupiniquins dessas plagas abençoadas por belezas e riquezas naturais e até mesmo nominais ou pessoais, pois já fomos conhecidos por “terra dos marechais” ou terra de presidentes: tivemos Deodoro, Floriano, Hermes e aquele outro mais recente, que se dizia alagoano, natural do RJ, da Tijuca, isso ainda me encuca, que foi expurgado do cargo de presidente, e, hoje, se diz inocente – se o era por que renunciou? Hoje, a mídia o liga ao doleiro preso, da operação lava-jato, no passado, a Operação Uruguai e etc. É fato! – e, ainda assim, almeja ser outra vez governador e quiçá, “caçador de marajás”, outra vez, e de novo, presidente!

Entrementes, independentemente dos experts ou analistas ou cientistas políticos imparciais ou não e dos filiados ou não, e, sobretudo, sem querer ensinar padre nosso a vigário e, muito menos ainda, ao nobre literato do noticiário caetés e tupiniquins e proficiente Ricardo Mota, permitam-me expor algumas breves considerações sobre a conjuntura e sem conjecturas ou animosidades, senão vejamos, a saber:

a) Desde que me conheço por gente que vejo, leio e ouço falar que nossa terra caetés é dirigida ou comandada - mais mandada que com - diria até mesmo mais que dominada ou seria sitiada ou loteada ou fatiada, cada qual com seu rincão desse pedaço de chão, do litoral ao sertão sempre tem um suserano ou senhor feudal, desde as capitanias, são “administradas” pelos mesmos de sempre, essa mesma turminha sorridente de então ou de outrora e de agora, nada mudou, nada muda e nem mudará; não do jeito que está: discutimos pessoas ou nomes ou fatos a cada eleição, essa é questão. Na verdade, tudo não passa de reeleição dos mesmos de sempre; nunca escolhemos ou discutimos projetos, programas ou ideias e ideais, para ALAGOAS e aos alagoanos, a nossa outrora terra dos marechais, que também já fora: Paraíso das Águas. Hoje, das balas e das drogas!

b) Tivemos, a rigor, na realidade histórica e a bem da verdade, quatro presidentes da república e até fomos chamados de república das Alagoas. Eh! Mas, cá par nós e o povo do mundo, Alagoas nunca passou de uma provinciana terra do Brasil-Colônia, ainda somos o Estado-membro mais atrasado, mais desgraçado ou menos evoluído e infra ou ínfima e abaixo desenvolvido e não somente do Brasil inteiro, sobretudo dentre os cinco menores estados em extensão territorial. Comparem aos demais;

c) Por quantas vezes, Alagoas já esteve na Presidência do Senado? E estamos sempre atolados no mesmo lodaçal ou pantanal ou vergel alagadiço, que originou nossa Massaiok, quando dos tempos do engenho precursor ou pioneiro, que originou nossa capital – Crescer, desenvolver, progredir ou evoluir nem a pau!

d) Vejam! E como bem disse o brilhante, astuto, inteligente, procedente, pertinente e arguto blogueiro: “em política o inimigo de hoje é o aliado de amanhã!” Aqui nunca deixaram de ser aliados ou como eu diria: conluiados ou mancomunados ou irmanados afeitos e afoitos na mesma cumplicidade que os mantém sempre no PUDERcomo fala o alagoano! – por aqui não existe oposição e nem situação e sim a mesma ARMAÇÃO, ENGODO ou ENROLAÇÃO!

e) Vejam as cidades de onde são naturais os principais “representantes do povo” sejam eles federais ou estaduais, são sempre os mesmo candidatos de sempre, apenas alternando seus cargos. Olhem e lembrem como estão essas cidades onde nasceram. Ora, se nunca melhoraram seus berços naturais como irão beneficiar aos demais ou a nossa Terra dos Marechais?

Em verdade, maceioenses e alagoanos, entra ano e sai ano, e nós todos entrando pelo cano! Sempre elegendo os mesmos políticos, sem projetos, programas e planos!

Notem bem: se é que se pode dizer que há escrutínio, escolha ou eleição!

Ainda lembro-me muito bem que um deles dormiu eleito, segundo pesquisas de intenção de votos, e acordou vencido, passado e ultrapassado! Dizem outros: altamente endividado; mas ficou calado e voltou a ser presidente do senado e nem valia tanto assim o seu gado.

Essas urnas de eleição sem se ter do voto comprovação ou mesmo concreta, palpável e real impressão do voto com o eleitor, na sua mão – e que não é difícil não! Basta fazer tal qual a impressão da nota fiscal nas caixas eletrônicas de supermercados – daria plena convicção, publicidade e transparência, certeza e até comprovação, em caso de suspeita de fraude, para uma eventual ou uma possível contestação ou constatação de que foi limpa a eleição e que não houve fraude não.

Fora disso; nem Freud explica. É Freud!

Abr

*JG

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